O Flamengo avança no projeto de edificar o seu próprio estádio de futebol. O clube continua avaliando a melhor área para o empreendimento, sendo a região do Gasômetro, que pertence à Caixa Econômica Federal, a prioridade deste momento.
Tanto o presidente, Rodolfo Landim, quanto o vice-presidente de futebol, Marcos Braz, já garantiram que a nova casa do Mais Querido será capaz de suportar mais de 100 mil torcedores.
Para a construção do estádio, o Flamengo avalia a possibilidade de contar com um faturamento quase bilionário na venda de cadeiras cativas. De acordo com informações apuradas pelo canal Paparazzo Rubro-Negro, no YouTube, serão de cinco mil a oito mil lugares vitalícios, com preços na faixa dos 80 mil reais a 100 mil reais.
Com base nos números apontados, caso o Flamengo decida vender oito mil assentos ao custo de 100 mil reais, o clube seria capaz de arrecadar 800 milhões de reais na venda de todas as unidades. O incremento nas receitas favoreceria a edificação do estádio, podendo custear boa parte da obra bilionária.
O desejo do Flamengo em construir o seu próprio estádio veio das ingerências do governo do Estado do Rio de Janeiro na administração do Estádio do Maracanã – feita pelo Rubro-Negro em parceria com o Fluminense por meio de concessão.
Dentre alguns exemplos estão decisões para que o Vasco da Gama, mesmo com laudos evidenciando os danos ao gramado, fosse autorizado a mandar jogos no Jornalista Mário Filho.
Além disso, o Flamengo conta com problemas de bilheteria. O Estádio do Maracanã, com os quase 70 mil lugares disponíveis, não é capaz de suportar a Nação Rubro-Negra, que jogo após jogo esgota todos os bilhetes em tempo recorde.
