O técnico Renato Portaluppi concedeu entrevista aos canais SporTV na última quinta-feira (17) quando voltou a falar do seu trabalhos sob o comando do Flamengo. Além de defender os seus resultados, disse que a saída do clube foi uma decisão pessoal, além de revelar mágoas em face da imprensa esportiva do país diante das abordagens relativas ao seu desempenho.
De acordo com o comandante, o seu desempenho no Flamengo foi satisfatório, uma vez que deixou a equipe após classificar-se para a final da Taça Libertadores da América, além de atingir um desempenho de 74% de aproveitamento. Porém, por conta da cultura brasileira de pressão contra treinadores, seus dias na Gávea foram abreviados.
“Nem todo treinador vai ganhar tudo. Comigo no Grêmio foi assim. Ganhei e perdi, mas foram cinco anos de sucesso. Com esse vice da Libertadores e o vice do Campeonato Brasileiro, se fosse na Europa o treinador estaria consagrado”, disparou o treinador, considerando como satisfatória a sua passagem pela Gávea.
Na sequência, o comandante refutou as informações de que a saída do Flamengo tenha sido em virtude de demissão. Segundo ele, ao término da partida da final da Libertadores, já nos vestiários, informou aos jogadores que estaria de saída, despedindo-se de todos. Na sequência, telefonou ao vice-presidente de futebol, Marcos Braz, e ao diretor-executivo, Bruno Spindel, indicando que, independente das escolhas da diretoria quanto ao seu futuro, o martelo já havia sido batido.
