O presidente Sérgio Coelho voltou a alfinetar o Flamengo após a Supercopa do Brasil, decidida nos pênaltis depois de 24 cobranças na tarde deste domingo (20). O mandatário do Atlético-MG, que conta com o financiamento do mecenas Rubens Menin, em vídeo que circula em grupos de atleticanos nas redes sociais, insinuou que, desta vez, a justiça havia sido realizada dentro de campo, uma vez que, com a presença da arbitragem de vídeo, o Rubro-Negro não mais poderia ser favorecido como no passado.
“Dessa vez, com VAR, nós conseguimos ser campeões. Porque da outra vez, o José Roberto Wright e o José de Assis Aragão ganharam no apito. Hoje, não. Com VAR, eles vão ter dificuldade para ganhar do Atlético”, disparou o mandatário, chorando, três décadas depois, por conta do confronto com o Flamengo na Taça Libertadores da América de 1981, vencida com louvor pela equipe de Zico e companhia que, meses depois, conquistaria o mundo ao bater o Liverpool na Ásia.
Antes da partida, Sérgio Coelho também quis chamar a atenção da imprensa esportiva do país com acusações infundadas e medíocres com relação à escolha da Arena Pantanal como sede da disputa. Segundo ele, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estaria beneficiando o Flamengo, haja vista que, em Cuiabá (MT), a presença de torcedores rubro-negros seria maciçamente maior que a atleticana.
Com efeito, os mandatários do Galo pleitearam a disputa para Belo Horizonte, único local do país onde teriam torcida suficiente para disputar com a Nação Rubro-Negra nas arquibancadas. Ocorre que o regulamento da Supercopa prevê a disputa em campo neutro, sendo plenamente admissível a realização do confronto em estádio equidistante à BH e Rio de Janeiro.
