Informações inicialmente publicadas pelo portal UOL indicam que o lateral-direito Ramon, do time do Flamengo, não apresentava sinais aparentes de embriaguez após o trágico acidente que causou a morte de Jônatas Davi dos Santos, um entregador de aplicativos de 30 anos de idade. Os relatos foram repassados pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, a qual prossegue com as investigações para a compreensão acerca da dinâmica do acidente.
Depois do atropelamento, Ramon teria desembarcado do automóvel e acionado uma ambulância. Em seguida, prestou depoimento na 16ª Delegacia de Polícia, localizada na Barra da Tijuca, onde negou que dirigia o automóvel sob efeito de álcool. O caso foi registrado pelas autoridades como homicídio culposo, hipótese na qual o acusado não possuía intenção de causar a morte.
O acidente aconteceu por volta das 20h35 pelo horário de Brasília na Avenida das Américas, localizada no Rio de Janeiro. Jônatas pilotava uma bicicleta enquanto trabalhava entregando refeições para aplicativos de comida. Ramon, por sua vez, dirigia um carro de luxo, acompanhado por uma mulher que não teve a identidade revelada.
Depois de ser reeleito presidente do Flamengo para os próximos três anos, Rodolfo Landim se manifestou a respeito da fatalidade. Na ocasião, teceu elogios à personalidade de Ramon, afirmando que o clube prestará todo o apoio necessário ao jogador. “É um atleta exemplar, com comportamento exemplar. Em situações como essa, é óbvio que vamos prestar todo apoio”, disse.
