Com a saída de Jorge Jesus, o Flamengo procurou outro técnico português para continuar o trabalho à frente da equipe. Um dos nomes cotados foi o de Carlos Carvalhal, que atualmente está sob o comando do Braga (Portugal), com contrato válido até a temporada de 2022. Todavia, o treinador recusou o convite e, em entrevista concedida à Sky Sports, explicou os motivos pelos quais tomou a decisão.
De acordo com o treinador, o momento no qual foi procurado pelo Flamengo estava marcado por incertezas, uma vez que o mundo ainda vivia todos os problemas decorrentes do auge da pandemia causada pela Covid-19. Por isso, achou mais prudente permanecer no país de origem, em decisão tomada conjuntamente com os seus familiares.
“A minha mulher, o meu filho e a minha filha disseram todos o mesmo. Estávamos no meio de uma pandemia, era perigoso porque ninguém sabia o que ia acontecer. Foi então que decidi que não podia ir para o Brasil”, afirmou o treinador.
Outro português especulado no Flamengo naquele momento foi André Villas-Boas, que conta em seu currículo com a bagagem de ser auxiliar técnico de José Mourinho em gigantes do Velho Continente, tais como Porto, Chelsea e Inter de Milão.
Com a recusa de Carlos Carvalhal, o Flamengo acabou fechando a contratação de Domènec Torrent para substituir Jorge Jesus. Desde então, Rogério Ceni e Renato Gaúcho foram os outros comandantes que passaram pela Gávea.
