Por conta do calendário apertado nesta temporada de 2021, em decorrência dos efeitos provocados pela pandemia de Covid-19, vários jogos do Flamengo foram remarcados e a coincidência de calendário no início do mês de novembro fará com que o Mais Querido percorra cerca de 3,4 quilômetros em viagens à região Sul do país, intercaladas com compromissos no Rio de Janeiro.
A maratona de duelos contará com quatro partidas em 10 dias. A jornada inclui uma viagem à Curitiba (Paraná) onde enfrenta o Athletico Paranaense. Em seguida, a delegação retorna ao Rio de Janeiro para encarar o Atlético Goianiense. Depois, nova viagem para a região Sul do Brasil, até a cidade de Chapecó (Santa Catarina), onde disputará contra a Chapecoense.

O cenário, então, ficará da seguinte forma:
- 30/31 de outubro: Atlético-MG (Rio de Janeiro), 29ª rodada do Brasileirão;
- 2 de novembro: Athletico-PR (Curitiba), quarta rodada do Brasileirão;
- 5 de novembro: Atlético-GO (Rio de Janeiro), 19ª rodada do Brasileirão;
- 6/7/8 de novembro: Chapecoense (Chapecó), 30ª rodada do Brasileirão.
Nos bastidores da Gávea, a situação causou desconforto e irritação nos dirigentes, principalmente pela sobrecarga da delegação. A diretoria aguarda a retificação final da CBF para que possa reclamar oficialmente. De forma pública, porém, os comentários já iniciaram. É o caso do vice-presidente de Relações Externas, Luiz Eduardo Baptista, que ironizou as críticas dos clubes rivais pela falta de “isonomia” em decorrência das partidas do Mais Querido com a presença de torcida, uma vez que, neste caso da remarcação, o time da Gávea sofre com ampla desvantagem frente aos demais disputantes.
