O Flamengo deu um verdadeiro show nos Jogos Olímpicos de Tóquio, colhendo todos os frutos do maciço investimento nos esportes e contribuindo diretamente para o desenvolvimento de atletas brasileiros que brilharam na competição. Isso implica dizer que, caso fosse um país, o Rubro-Negro terminaria no quadro-geral de medalhas ocupando a 38ª colocação. Para se ter uma ideia, o Mais Querido ficaria à frente de Portugal, Argentina e todos os demais países da América do Sul, com exceção do Brasil, a título de exemplo.
Os atletas rubro-negros conquistaram três medalhas, sendo duas de ouro e uma de prata. O primeiro triunfo veio de Rebeca Andrade, que está na Gávea desde 2011 e encantou os japoneses com sua performance, retornando ao Brasil com uma medalha de ouro e uma medalha de prata em sua bagagem, conquistadas na prova do salto e no individual geral, respectivamente.
Fechando a participação vitoriosa do Flamengo nos Jogos Olímpicos de Tóquio está Isaquias Queiroz. O atleta chegou ao Rubro-Negro no ano de 2019 e foi o grande campeão da prova da canoagem C1 1.000 metros, subindo ao lugar mais alto do pódio para ser condecorado com a medalha de ouro em seu peito. Com mais essa conquista, tornou-se o terceiro maior medalhista da história do Brasil em Jogos Olímpicos.
Considerando, ainda, o futebol masculino e o vôlei feminino, o Flamengo poderia conquistar mais duas medalhas, tendo em vista o meia Reinier, revelado pelo Mais Querido e atualmente emprestado pelo Real Madrid ao Borussia Dortmund, além de Ana Cristina, que jogou pelo Sesc-Flamengo na última temporada, tendo sido contratada pelo Fernebahçe Opet (Turquia).
