William Arão foi condenado pela Justiça a pagar uma multa de cinco milhões de reais ao Botafogo, seu ex-clube. Após a polêmica, o atleta se manifestou pela primeira vez sobre o assunto, dando a sua versão sobre os fatos. A condenação se deu por conta da saída do time em 2015, com a compreensão de que teria descumprido uma cláusula contratual de renovação automática. Como a sentença transitou em julgado, não cabe recurso ao jogador rubro-negro.
Em participação ao Bem, Amigos!, transmitido pelo SporTV, William Arão alega ter sido vítima de descuidos por parte dos advogados que cuidam de sua carreira. O jogador afirma que a sua mentalidade é exclusivamente voltada ao futebol, e que questões burocráticas, desta natureza, são deixadas à cargos dos seus advogados.
“Na minha cabeça (essa questão) sempre foi resolvida. Nos primeiros momentos, não era eu que tinha a dívida, mas a Justiça deu. Sempre pontuei que quem cuida dessas coisas são meus advogados, minha cabeça é só para jogar futebol. Eles que são da área, que me representam e respondem por mim, eu só penso em jogar bola”, declarou o atleta em um dos trechos retirados de sua participação no programa esportivo.
O volante deixou o Botafogo em 2015. Naquela ocasião, o time afirma que teria o direito de exercer a renovação automática mediante o pagamento de 400 mil reais. Dos cinco milhões obtidos com a condenação, cerca de 800 mil reais devem ir ao técnico Oswaldo de Oliveira, que processa o clube.
