No decorrer dos últimos anos, o Flamengo assumiu uma postura de protagonismo no mercado da bola, em especial quando comparado aos seus rivais brasileiros. As temporadas recentes foram marcadas por expressivas contratações, que movimentaram a imprensa esportiva nacional. A última delas, que envolveu a compra definitiva de Pedro junto aos italianos da Fiorentina, virou notícia até mesmo nos diários europeus, tendo em vista a badalação da transação milionária.
Com o início de 2021, porém, a política interna deve mudar radicalmente. O Flamengo foi um dos clubes mais atingidos com o advento da pandemia provocada pelo novo coronavírus, perdendo uma maciça parcela de seus sócios-torcedores, sem contar com a anulação em 100% da quantia vinda da bilheteria de seus jogos, tendo em vista as partidas disputadas com portões fechados por conta dos protocolos de segurança sanitária.
Neste momento, a perspectiva da atual diretoria é simples: manter o atual elenco, em especial os jogadores titulares de maior importância para o time, além de optar por contratações mais singelas, principalmente por meio de empréstimo, além de profissionalizar joias das categorias de base que tenham condições de contribuir com o elenco profissional.
Diante deste cenário, a diretoria pretende manter jogo duro ante ofertas do futebol estrangeiro. Alguns dos principais jogadores do elenco, como Gabigol, Arrascaeta, Bruno Henrique e Gerson, só seriam negociados por propostas mínimas de 40 milhões de euros. A intenção é afastar clubes interessados diante da iminência da abertura da janela de transferências internacional.
