Em 2019, com a campanha espetacular protagonizada pelo Flamengo, o clube vivenciou um aumento inédito em seu programa de sócios-torcedores. O sucesso, porém, teve curta duração, culminando em uma acentuada queda no número de assinantes no decorrer de 2020. Um dos grandes motivadores foi a pandemia provocada pelo novo coronavírus, que chegou a causar uma grande pausa no calendário do futebol, além da proibição de público nos estádios, bem como o baixo desempenho do Mais Querido dentro de campo.
Para a materialização deste cenário, dados apurados em agosto do ano passado evidenciam uma queda aproximada de 50% no número de sócios-torcedores do Flamengo. Em termos numéricos, a porcentagem é próxima de 60 mil torcedores, afastando uma importante fonte de renda aos cofres do clube.
Mesmo com a queda, o Flamengo ainda ocupa lugar de destaque no cenário brasileiro, como uma das equipes de futebol com o maior número de sócios-torcedores. Antes do início da pandemia, eram cerca de 120 mil associados, número reduzido para 66.088 torcedores neste momento.
Na tentativa de contornar a situação, trazendo novos torcedores para o programa, o clube realizou uma mudança no último mês de outubro, alterando o nome de Nação Rubro-Negra para Nação. Foram atribuídas novas vantagens aos assinantes, incluindo um kit de boas-vindas para os novos associados e os que renovaram os seus planos. As mensalidades variam de R$ 23,90 a R$ 294,90, a depender do número de benefícios.
