A semana foi agitada para o Flamengo, sobretudo pela derrota sofrida diante do Ceará, dentro do estádio do Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. Além de cobranças pelas redes sociais, muros da Gávea foram pichados, além de protestos de grupos de torcedores na entrada do Centro de Treinamento Ninho do Urubu, com palavras de ordem pedindo a demissão do técnico Rogério Ceni.
Os protestos dos torcedores estão dividindo opiniões entre jogadores do Flamengo. Alguns, como Arrascaeta, disseram compreender o tom acentuado das cobranças, sobretudo pela falta de resultados dentro de campo. Outros, como Gabriel Barbosa, discordam da maneira como os protestos estão sendo conduzidos, cobrando postura de maior pacificidade dos rubro-negros.
“Não acho certo. Não foi algo tão pacífico, porque eu fiquei sabendo que amassou o carro de uns jogadores aí”, disse o camisa 9, lamentando as cenas hostis que alguns participantes das manifestações protagonizaram. Em contrapartida, pontua que é um direito do torcedor cobrar resultados, desde que sejam feitos de maneira ordeira e tranquila, sem causar danos a terceiros.
De acordo com as palavras do goleador em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, é momento dos jogadores do Flamengo se unirem, falando menos e trabalhando mais, a fim de que os trilhos da vitória possam ser reconquistados.
O próximo confronto acontece na segunda-feira, dia 18 de janeiro, às 20h (horário de Brasília) no Estádio da Serrinha. A partida é válida pela 30ª rodada do Brasileirão e tem grande importância para a continuidade do trabalho do técnico Rogério Ceni.
