O futuro de Lincoln segue uma novela. O jogador e a diretoria do Flamengo estão brigados desde o seu rebaixamento do elenco profissional para as categorias de base, criando uma relação insustentável de permanência no clube. Após ser colocado no mercado da bola para venda, FC Cincinnati (EUA) e Vissel Kobe (Japão) entraram na briga por sua contratação.
A transação com os japoneses estava praticamente acertada, até que os estadunidenses apresentaram uma proposta mais vantajosa ao Flamengo. Neste sentido, a diretoria passou a estudar a viabilidade da nova oferta, despertando irritação nos agentes de Lincoln e nos diretores do Vissel Kobe, que estavam na expectativa por uma breve resolução das tratativas.
Agora, conforme apurado pelo jornalista Venê Casagrande, em reportagem publicada em sua coluna no Jornal O Dia, os empresários de Lincoln exigiram do Flamengo uma folga para o atacante. O motivo seria a resolução de questões pessoais, incluindo a atualização de seus documentos, para facilitar as negociações futuras de sua venda. Para tanto, o período de afastamento requisitado seria de quatro dias corridos.
A proposta vigente do Vissel Kobe sinaliza pagamento à vista de 500 mil dólares (2,7 milhões de reais) por empréstimo de 11 meses. Caso Lincoln entre em campo em pelo menos 50% dos jogos, o clube cessionário deveria obrigatoriamente contratá-lo, pelo valor de 2,5 milhões de dólares (13 milhões de reais) por 75% dos seus direitos econômicos. Apesar da contraproposta do FC Cincinnati ser melhor, ainda não foram informados os valores em jogo.
