A crise vivida pelo Flamengo dentro de campo foi parar nos corredores da Gávea. A situação se intensificou após uma reportagem publicada pelo jornalista Venê Casagrande em sua coluna no Jornal O Dia expondo a existência de uma espécie de panelinha no elenco do time, cujo poder hierárquico teria se tornado maior do que a própria comissão técnica, mandando e desmandando nas decisões internas.
Neste cenário, um dos mais contestados foi Diego Ribas. Desde que chegou ao Flamengo em 2016, o camisa 10 assumiu posição de liderança, mas a situação estaria fugindo do controle.
Além das reações muitas vezes desproporcionais, a força de líder do meio-campista virou alvo de contestações, sobretudo pelo fato de, em 2019, quando perdeu o seu protagonismo com a chegada de Jorge Jesus, o time ter sido campeão da Taça Libertadores da América e do Campeonato Brasileiro.
Neste contexto, a imagem de Diego Ribas estaria muito prejudicada nos bastidores do Flamengo. Uma reportagem do Extra chegou a ouvir uma fonte interna ligada ao dia a dia do clube, evidenciando a compreensão geral sobre o papel do camisa 10 no time. “Quando ele parou de fazer esse teatro em 2019, ganhamos”, disparou.
Diego Ribas é considerado um dos grandes pupilos de Rogério Ceni, com quem nutre boa amizade. O técnico, assim como o camisa 10, sofre pressão por parte da torcida, que pede a sua demissão. Com a insatisfação geral, ambos se tornaram alvo das críticas feitas pela Nação.
