Torcidas organizadas do Flamengo foram punidas pelo ato “rua de fogo”, realizado antes da partida contra o São Paulo pela decisão na Copa do Brasil. O Ministério Público do Rio de Janeiro determinou punição por um período de 30 dias, o que causou mal-estar nos bastidores da Gávea.
A própria diretoria já havia questionado o movimento, sobretudo pela pandemia provocada pelo novo coronavírus. As informações foram apuradas pelo jornalista Venê Casagrande.
As torcidas organizadas correm contra o tempo para recorrer da decisão, na tentativa de derrubá-la. Os grupos querem estar nos estádios quando a presença de público for liberada.
Em suas respectivas justificativas, os grupos apontam que o movimento foi realizado por pessoas comuns, sem nenhum tipo de relação direta com as agremiações, o que torna a punição indevida.
Há tempos, as torcidas organizadas do Flamengo não sofriam uma grande punição. A última delas aconteceu no ano de 2017, quando o Rubro-Negro disputava a final da Copa Sul-Americana diante do Independiente, da Argentina.
O clima esquentou nos arredores do estádio, rendendo invasão no setor norte. Muitos torcedores que não haviam adquirido ingressos invadiram o estádio. Como resultado, o Mais Querido foi punido por dois jogos sem a presença de público.
O próximo confronto acontece diante do Santos neste domingo, dia 13 de dezembro, pela vigésima quinta rodada do Campeonato Brasileiro. A partida será disputada em casa, no estádio do Maracanã, sendo indispensável a conquista dos três pontos para que o time continue vivo na briga pelo título.
