Presidente do Flamengo trata incêndio como fatalidade e defende indenizações oferecidas às famílias

Demorou mais de duas semanas, mas o Flamengo, enfim, respondeu publicamente perguntas sobre a tragédia que deixou 10 garotos mortos no Ninho do Urubu. O presidente do clube Rodolfo Landim, junto do vice-presidente Rodrigo Dunshee e do CEO Reinaldo Belotti, abriu a sede da Gávea para imprensa, neste domingo.

Segundo Landim, o tempo de silêncio foi usado para reunir informações que a atual diretoria ainda não tinha dias depois da tragédia. O presidente citou que duas advogadas teriam criado um clima hostil entre as famílias e o clube. O dirigente também esclareceu dúvidas sobre indenizações, alvarás, multas, a segurança dos contêineres e outros pontos que cercam à tragédia.

  • Tivemos uma preocupação muito grande com a qualidade de informações que passaríamos. Estávamos há 30 dias na gestão. Uma série de perguntas que não poderíamos responder. O foco principal era as famílias. Nossa maior concentração de atenção foi nelas. Procuramos cuidar desde o dia da tragédia, a maior dos 123 anos de Flamengo. Me reuni com as famílias no dia seguinte à tragédia em um hotel. Um trabalho carinhoso e cuidadoso, com todos os psicólogos do clube consolando as famílias dentro das nossas possibilidades – garantiu Landim, em pronunciamento antes de abrir a rodada de perguntas aos jornalistas.

Globo Esporte

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