Polícia ouve diretor e quatro funcionários do Flamengo; inquérito sobre incêndio no CT será conduzido sob sigilo de justiça

As investigações sobre o incêndio do Ninho do Urubu avançam, mas serão conduzidas sob sigilo de justiça. Nesta terça-feira, o local da tragédia primeiro sofreu uma vistoria. Depois, cinco pessoas do Flamengo foram ouvidas pela polícia.

Em nota oficial, Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) informou que os ouvidos foram Luiz Humberto, gerente de patrimônio do clube, e quatro funcionários – um da faxina, um da lavanderia e dois da cozinha.

Segundo a unidade, outras pessoas ainda serão resolvidas para que sejam apontadas individualmente as responsabilidades criminais do fato.

As investigações, porém, não serão abertas ao clube e ficarão sob segredo de justiça.

Veja nota oficial da Secretaria de Estado de Polícia Civil:

A Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) informa que a 42 DPª (Recreio dos Bandeirantes) ouviu nesta terça-feira (12) o gerente de administração e hotelaria do Ninho do Urubu, apontado nos autos como sendo o gerente de patrimônio, e mais quatro funcionários que estavam no local no momento do fato. Equipes da unidade e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) também realizam na manhã de hoje uma perícia complementar nas instalações.

De acordo com a delegacia, as investigações seguem em andamento se concentrando em três núcleos: Flamengo, empresarial e público. Ainda serão ouvidas pessoas com funções relacionadas às instalações e manutenções do Ninho do Urubu, responsáveis pela área de produção, instalação e manutenção dos contêineres e servidores públicos que possam ajudar a esclarecer os processos de licenças, já requisitadas aos respectivos órgãos.

Ainda segundo a unidade, a investigação visa a apontar individualmente as responsabilidades criminais do fato. O inquérito segue agora sob sigilo.

Espn

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