Bandeira classifica venda de Paquetá como a ‘melhor possível’ e diz que meia queria sair do Fla

Já tem muito torcedor do Flamengo sentindo saudades do meia Lucas Paquetá, vendido ao Milan, da Itália, por 35 milhões de euros (cerca de R$ 150 milhões) no ano passado. Para Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do clube, não existia outra alternativa que não fosse vender a promessa. Segundo ele, Paquetá queria sair. Bandeira ainda classificou a venda como a “melhor possível”.

“Foi o melhor negócio possível para o Flamengo. O jogador estava incomodado desde a Copa do Mundo, tinha algumas propostas. Isso vocês analistas perceberam que ele caiu de produção. Natural, um menino de 20 anos que tem a possibilidade de resolver a vida da família, isso pode botar a perder se tiver uma contusão grave”, disse Bandeira, em entrevista ao programa “Aqui com Benja”, do canal Fox Sports.

“O Paquetá tinha um contrato até 2020, a partir do momento que vai rodando o tempo, vai reduzindo o tempo de contrato, é natural que esse valor até diminua. Foi uma das maiores negociações brasileiras. Se a não tivesse no processo eleitoral, seria aplaudido. Depois da negociação, ele subiu de produção, deu tranquilidade”, acrescentou.

Bandeira também falou sobre os seus “protegidos” na época de Flamengo.

“Acho que jogadores, como os meus protegidos da época que eram o Rafael Vaz, Márcio Araújo, Gabriel, Muralha… Eram jogadores que eu via que estavam trabalhando bem, estavam se esforçando. Então tinham seu valor. Eram respeitados pelos outros jogadores do elenco. Mas eram injustamente atacados, de maneira despeitosa… Eu acho que o jogador que coloca o manto sagrado, tem que ser respeitado… Sou de uma época que o Flamengo não tinha um time muito bom. A gente torcia, a torcida gritava. Os jogadores eram respeitados…”, disse Bandeira.

Ele deixou a presidência do Flamengo em dezembro. Rodolfo Landim é o substituto.

Extra

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