Um bom resultado do Flamengo diante do Vasco, neste sábado, às 19h (de Brasília), no Mané Garrincha, passa muito pelo desempenho de Diego. E o camisa 10, vital no sistema de criação de Maurício Barbieri, tem o costume de deixar boa impressão em partidas de tal grandeza.
Desde que chegou ao Rubro-Negro, em julho de 2016, foram 21 clássicos (entre Carioca, Copa do Brasil, Sul-Americana e Campeonato Brasileiro) e apenas uma derrota. Com quatro gols no currículo contra rivais do Rio de Janeiro, Diego chega para o duelo com um aproveitamento de 60,3%.
Contra o Vasco, adversário da 25ª rodada do Brasileirão, o aproveitamento é praticamente o mesmo (60%). Além de não ter sido derrotado pelo rival com a camisa do Flamengo, o meia ainda foi decisivo na semifinal da Taça Guanabara de 2017: de pênalti, decretou o 1 a 0 no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.
A única derrota de Diego em clássicos aconteceu no início da temporada. Na semifinal do Carioca, mesmo com a vantagem do empate ao lado do Rubro-Negro, o Botafogo fez 1 a 0 e eliminou o rival.
Apesar do revés, é justamente contra o Alvinegro que o camisa 10 tem o melhor desempenho: com cinco vitórias em nove jogos, o aproveitamento é de 66,7%. A vítima preferida, porém, é o Fluminense: foram dois gols em sete jogos.
Globo Esporte

Deve ser observado que o Flamengo está submetido ao estilo Diego: muita posse de bola e quase nenhuma eferividade,, pois, apesar de muita habilidade e domínio de bola, o meia raramente apresenta uma jogada vertical, alem de dificilmente ser decisivo. Respeito o jogador por sua educação, MAS NÃO TENHO DÚVIDA DE QUE O FLAMENGO NECESSITA DE UM SUBDTITUTO MAIS EFETIVO e com jogadas verticais. Não creio eio na evolução do time com o estilo de jogo, imposto por Diego.