O empate do Flamengo em 1 a 1 com o Santa Fé, pela Copa Libertadores, revoltou alguns torcedores. Na madrugada desta quinta-feira, logo após o duelo no Maracanã, os muros da Gávea foram pichados. Além de críticas à falta de raça da equipe, o presidente Eduardo Bandeira, o meia Diego e o volante William Arão firam os principais alvos das reclamações.
Frases como “time sem sangue”, “queremos raça” e “não somos empresa” foram algumas das frases pichadas pelos vândalos na sede do clube, que fica na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Tudo isso aconteceu um dia depois que quase 50 mil pessoas lotaram o Maracanã para o treino aberto do Rubro-Negro para apoiar o time, que entrou em campo na quarta-feira com portões fechados, para cumprir a última partida de punição por conta dos problemas na final da Sul-Americana de 2017.
Mesmo com o empate amargo, o Flamengo segue na liderança do Grupo 4 da Libertadores, com cinco pontos em três partidas. Nesta quinta-feira, o time o River Plate enfrenta o Emelec para fechar a a rodada da equipe e pode alcançar o Rubro-Negro na liderança. O time carioca tem apenas mais um duelo em casa, contra o Emelec, pela competição.



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