O vice de finanças do Flamengo, Claudio Pracownik, deu detalhes sobre a situação financeira do clube para o ano de 2018, e explicou o motivo de a diretoria não conseguir investir em contratações de peso no começo da temporada, embora tenha terminado 2017 pela primeira vez com patrimônio líquido positivo, sobretudo pela venda de Vinicius Júnior.
Em entrevista ao canal “Urubucam” no Youtube, o dirigente explicou que o Flamengo funciona em regima de caixa único e ainda não consegue virar o ano com sobra para investir. Por isso, é obrigado a contrair empréstimos, em 2018 previstos em R$ 40 milhões, e só no meio da temporada, com o cumprimeiro dos compromissos dos patrocinadores, ter receita para contratações de maior impacto.
Esse ano, lembrou Pracownik, o Flamengo terá que pagar a maior parte dos reforços que chegaram nas últimas temporadas. Dos R$ 55 milhões investidos ano passado, este ano o clube vai pagar R$ 48 milhões. Além disso, terá mais de R$ 20 milhões para pagar referente a Marcelo Cirino, que foi colocado no clube pela empresa Doyen em 2015 e não rendeu.
Claudio Pracownik, por fim, não descartou se candidatar a presidente do Flamengo no fim do ano, quando haverá eleições.
O Globo
