Houve quebra de cadeiras, roletas, portões, grades e vidros. O clube ainda vai se posicionar pelas cenas de violência no interior do estádio. A última partida da equipe no ano teve renda superior a R$ 6 milhões.
A barbárie no Maracanã começou muito antes de a bola rolar. Torcedores argentinos e brasileiros entraram em confronto nos arredores do estádio, deixando pessoas feridas. Muitos dos hermanos estavam sem ingresso e foram repelidos com bombas de efeito moral e spray de pimenta.
As entradas D, E e F, destinadas à torcida do Flamengo, foram invadidas. No meio do tumulto, pessoas foram pisoteadas.
Depois da partida, o cenário de guerra se repetiu. Diversos focos de tumulto espalhados pelo entorno do estádio foram controlados por agentes de segurança, que usaram bombas de efeito moral.
O Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos registrou 13 ocorrências na final da Sul-Americana, todas contra integrantes de torcidas organizadas.
O Globo
