Mesmo encostado, não foi liberado. Mas a expectativa já era de mudanças de ares. César havia perdido o lugar na fila e caiu para quarto goleiro, com o surgimento de Thiago ano passado na mesma Copa São Paulo de Juniores onde brilhou. Depois da saída de Paulo Victor, em 2016, Thiago foi alçado a goleiro reserva.
Ao contratar Diego Alves e encerrar as dúvidas no gol, o Flamengo viveu uma falsa fartura de goleiros. O reforço não podia atuar na Copa do Brasil, Alex Roberto já andava mal e Thiago teve algumas chances. Nesse momento, César foi mantido por precaução, não por convicção. Embora os relatos de quem trabalhou com ele sejam os melhores.
Na Sul-Americana, Diego Alves foi inscrito e virou solução definitiva, mas acabou machucado. Thiago também teve problemas físicos e Alex Roberto caiu em desgraça. Era a hora de César aproveitar a chance que caiu do céu, reestabelecendo a nova ordem de goleiros no Flamengo e, a princíprio, reconquistando a posição de primeiro reserva.
– O César é um goleiro do Flamengo, formado no Flamengo, que estava esperando com muito profissionalismo. Era nosso quarto goleiro, mas tivemos a situação do Diego Alves, antes do Thiago. Precisávamos esperar para tomar essa decisão. Ele respondeu com atitude e comportamento, além de muito equilíbrio e estrutura – elogiou o técnico Reinaldo Rueda.
